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Carreira #1: Balanço do ano ajuda CIO a se preparar para 2016

Carreira #1: Balanço do ano ajuda CIO a se preparar para 2016

O fim do ano representa uma oportunidade para reavaliar o crescimento, desafios, acertos e erros do período com calma e distanciamento. Esse balanço, mesmo sendo padrão e tão necessário para guiar o sucesso das empresas, nem sempre é praxe na vida dos CIOs.

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“Os executivos passam a carreira inteira fazendo orçamentos e planejamentos para a companhia e deixam a própria carreira de lado. E a ideia é exatamente a mesma: se preparar para cumprir seus objetivos”, lembra Guilherme Petreche, diretor da Page Executive, parte do PageGroup.

O líder que dá essa atenção e estrutura um plano de carreira garante que todas as suas ações e investimentos levem para o objetivo almejado, o que gera sensação de realização e contribui para a felicidade individual.

“Começa-se tendo claro o objetivo de vida para um determinado período. Isso gera um objetivo profissional”, pontua Petreche. Ao fazer esse processo de autoconhecimento e autoavaliação, estima-se melhor o destino programado e quais as competências necessárias para chegar lá, como cursos de formação ou e um valor a ser poupado. A análise de responsabilidades atuais também é essencial. “Ela envolve algumas perguntas como ‘estou acomodado?’ e ‘o ambiente me desenvolve?’”, exemplifica.

Com o balanço em mãos, fica mais fácil traçar o planejamento de longo prazo. “A sugestão é de 4 a 5 anos para frente, o que seria um bom ciclo profissional. Essa vai ser a linha mestre para desenhar o horizonte”, avalia Petreche. Planos de curto prazos anuais ou bianuais servem para estabelecer metas menores e adaptar o mapa maior.

Ano atípico

Essa visão macro ajuda o líder a ver o mercado com mais clareza, além do seu departamento. Isso é essencial em um cenário econômico que foi complexo em 2015 e, segundo projeção da edição 2016 do Guia Salarial da Robert Half, desfavorece os profissionais introvertidos e privilegia aqueles com facilidade para circular entre as áreas e entendem os problemas da empresa de maneira ampla.

Para Petreche, a crise politicoeconomica de 2015 deve entrar no balanço, mas não afetar a base do levantamento de longo prazo. “É uma situação circunstancial, na qual a expectativa das empresas para a entrega dos executivos é diferente. Ela deve ser contemplada no plano de ação imediata”, conclui.

Essa é a primeira parte do especial sobre balanço e planejamento. A próxima vai contemplar dicas para se preparar para 2016


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