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Veja casos práticos e os benefícios trazidos com a adoção do conceito

Veja casos práticos e os benefícios trazidos com a adoção do conceito

Quando a pauta é adoção da tecnologia Internet das Coisas (IoT), muitos profissionais de TI preveem, já no primeiro momento, a dificuldade no armazenamento de volumes muito grandes de informações.
Essa preocupação tem fundamento: o motor de um Boeing 737 gera, em média, 10 terabytes de dados a cada 30 minutos, por exemplo, de acordo com a consultoria Wipro. Apesar disso, empresas como a Virgin Atlantic estão apostando na tendência. A companhia aérea anunciou, já em 2013, que os Boeings 787 teriam componentes conectados para colher grandes volumes de dados, que serão utilizados na prevenção de falhas, no monitoramento dos voos e até na análise de comportamento dos clientes.
Para Alexandre Soares, Mobile Practice Leader da HP-ES Brasil, é essencial identificar, no negócio, os setores em que a adoção de IoT será estratégica. “Isso vai render um volume de dados previsível”, afirma.
O executivo ressalta que o bom uso da tecnologia tem etapas anteriores e posteriores à armazenagem: “É necessário estar atento à captura de dados feita com os sensores, à forma como as informações serão armazenadas e a como elas serão processadas para darem contexto para o negócio”, explica.
A empresa de logística norte-americana UPS é exemplo de boa aplicação de dados coletados por meio da IoT. Com planejamento focado, ela investiu em sensores que monitoram o trajeto, a condição dos motores e até o uso de combustível de seus veículos. Combinada com outras tecnologias, como geolocalização e big data, a iniciativa ajudou a diminuir o tempo de veículos parados, o que economizou, em 2012, 5,7 milhões de litros de combustível e 206 milhões de minutos de trabalho.

Veja a primeira reportagem da série #Especial IoT:
Desafio da TI será transformar os dados colhidos em informações úteis

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