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Economia das Ideias #3: 5 conselhos para o CIO encabeçar a disrupção

Economia das Ideias #3: 5 conselhos para o CIO encabeçar a disrupção

Responsável por sustentar os pilares de Big Data/ Analytics, mobilidade, cloud computing e social business, a TI está no centro da Economia das Ideias, expressão cunhada HPE (Hewlett-Packard Enterprise) para explicar como paradigmas tecnológicos estão acelerando a velocidade de implementação de projetos em todos os setores. Isso dá ao CIO um papel desafiador, que pede uma revisão de conceitos.

Antônio Mariano, diretor de pré-vendas da HPE, lembra que a TI tradicional ainda é muito baseada em custo, e que isso precisa mudar. “As entregas agora são quase diárias. Então, o novo estilo de TI pede alinhamento com o negócio e foco em agilidade e interatividade”, pontua.

Para Anderson Figueiredo, da consultoria P.A. Informática, o cenário pode ser visto como um bom momento para o CIO brasileiro, apesar dos obstáculos enfrentados com a crise político-econômica no País. “Quem conseguir crescer agora vai crescer melhor sempre, porque aprende a reduzir custos, adotar soluções mais adequadas e fazer compras com mais qualidade. A empresa vai sair mais estruturada”, diz.

Os especialistas dão cinco conselhos:

Rever o próprio papel dentro da companhia – O peso das tecnologias nos novos modelos de negócio redefine o lugar da TI na companhia e, por extensão, o do líder de departamento. “O CIO deixa de ser especialista de tecnologia para ser como um ‘broker’ de serviços, que une estratégia de negócio com TI”, avalia Mariano.

Estar mais próximo da agenda de negócio – Para a TI atender de forma satisfatória à demanda crescente dos clientes internos e externos, é preciso um alinhamento com a estratégia da empresa. “Participar o máximo possível das definições, marcando presença nas reuniões de diretoria, por exemplo, é um caminho”, sugere Figueiredo.

Buscar fornecedores que entendam suas necessidades – É preciso se atentar não só com especificações técnicas na pesquisa de soluções, mas pensar como elas podem ajudar o negócio.

Promover uma transformação para o novo estilo de TI em 4 áreas

  1. Transformar para uma Infraestrutura Híbrida, convergindo, automatizando e orquestrando ambientes de TI Tradicional e Cloud;
  2. Proteger a empresa digital, gerenciando proativamente riscos.
  3. Capacitar a organização orientada a dados, transformando o big data em insights e ações;
  4. Potencializar a produtividade no trabalho, com uma melhor experiência para funcionários, clientes e parceitos. 

”Esta transformação garante o pleno uso de todo o potencial da terceira plataforma, resultanto em agilidade, flexibilidade e diferencial competitivo para o negócio” lembra Mariano.

Aculturar os funcionários de TI sobre negócio – O ponto envolve capacitar os profissionais para adquirirem uma visão estratégica e soft skills, permitindo que eles se desenvolvam em habilidades além da tecnologia. “É essencial deixar eles preparados para, numa conversa de café com o cliente, entender além do que foi dito”, exemplifica Figueiredo.

Essa foi a última parte do especial sobre Economia das Ideias. Leia as anteriores:

Economia das Ideias #1: tempo de implantação de projetos é reduzido a quase zero

Economia das Ideias #2: Omni-channel é essencial para atender às ágeis demandas

Saiba mais:

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