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Economia das Ideias: 4 passos para a transformação

Economia das Ideias: 4 passos para a transformação

“Estamos na era da digitalização e, por meio da tecnologia, novas portas se abrem para que as empresas inovem. Isso traz à tona a Economia das Ideias, na qual as companhias precisam saber como se posicionar para potencializar os negócios”. É o que apontou Greg Cherry, director strategic solutions architects, em sua apresentação no IoT Summit Week, evento realizado nesta semana na sede da Hewlett-Packard Enterprise (HPE), em São Paulo. 

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Segundo o especialista, muitas empresas já utilizam o conceito da Internet das Coisas (IoT, ou Internet of Things), um dos movimentos mais disruptivos que a tecnologia já viveu e responsável por viabilizar esse cenário. “Por meio da IoT, inúmeros dados e insights são gerados, e é preciso uma nova condução na maneira de gerir e fazer negócios” explica. 

Porém, criar uma plataforma de tecnologia capaz de ajudar a empresa a ter sucesso em um mercado disruptivo requer experiência e compreensão de como os sistemas de TI interagem entre si – e com as pessoas que os utilizam. A ideia é transformar ideias em valor, por meio da agilidade da nuvem, dos insights conduzidos por dados para impulsionar a receita e da colaboração segura, em qualquer lugar, a qualquer hora. 

“O primeiro ponto é saber – exatamente – o estágio em que a empresa se encontra e para onde quer ir”, explica Sanjay Umarji, strategist solutions architects. Isso passa, além das tecnologias necessárias, pelo envolvimento de todas as áreas.

De forma geral, os especialistas explicam que a mudança deve permear quatro eixos transformacionais:

1. Infraestrutura híbrida
Não se trata de escolher entre uma rede ou outra e, sim, de descobrir a plataforma certa para cada aplicativo, carga de trabalho e serviço. Segundo levantamento feito pela HPE, 77% da carga de trabalho está em uma cloud privada e apenas 23% em uma pública, quando a recomendação é encontrar o melhor mix de privada, pública e TI tradicional. 

2. Proteção digital 
A inovação só é possível quando a segurança está integrada a todos os processos. Isso quer dizer detecção e monitoramento 24 horas por dia, sete dias por semana, além de recursos de continuidade e conformidade. Todo cuidado é importante, pois as empresas operam em ecossistemas estendidos e competem em mercados sem fronteiras, o que significa que riscos, ameaças e vulnerabilidades estão crescendo na mesma velocidade que a tecnologia. 

3. Condução por dados 
É importante criar um mecanismo de insight que capture o valor completo dos dados. A perspectiva é que o volume de dados digitais dobrem a cada dois anos. Em 2020, serão oito bilhões de pessoas na Terra, usando 20 bilhões de dispositivos e comunicando-se com cem bilhões de coisas conectadas. Aqui, valem sensores, dispositivos e aplicativos que extraem dados, assim como controladores e analytics para obter o  valor das informações.

4. Habilite a produtividade no local de trabalho 

A companhia precisa ser capaz de entregar experiências digitais para clientes e funcionários – em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer dispositivo. Os aplicativos são ótimos para isso, mas é essencial automatizar e orquestrar a computação, o armazenamento e os dados que abastecem esses apps. 

Esta é a segunda matéria sobre o  IoT Summit Week. Veja a primeira: IoT: mais um passo para a transformação digital. Na próxima você vai conhecer casos bem sucedidos de Internet das Coisas no mundo.

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Imagem: Pixabay

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