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IoT: mais um passo para a transformação digital

IoT: mais um passo para a transformação digital

Até 2020, cerca de 23 bilhões de dispositivos estarão conectados e serão capazes de consolidar e analisar dados para gerar mais negócios, segundo previsão do Gartner. A Hewlett Packard Enterprise ressalta a importância da Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT) nesse cenário. “Há um processo cada vez maior relacionado à transformação e digitalização dos negócios – e é exatamente nesse ponto que entra a IoT, com a possibilidade de extrair informações que geram valor a todos: empresas e clientes”, diz Antonio Mariano, diretor de pré-vendas da HPE.

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O foco da TI dentro da IoT, então, é fornecer soluções que, em conjunto com tecnologias como cloud computing, big data e social media, permitam que as empresas transformem dados em informações de negócio, criem canais de receita e, até, reduzam custos. Mariano cita dois exemplos, em diferentes mercados: 

  • Seguradoras: por meio de sensores instalados no carro, é possível entender melhor o perfil do segurado e, assim, ajustar o custo da apólice, garantindo além de economia, um serviço sob medida; 

  • Varejo: por meio da IoT, mobilidade e analytics, as lojas identificam o comportamento de compra dos clientes e, assim, podem reposicionar produtos para aumentar as vendas; outra proposta, sob o conceito de omnichannel, permite uma experiência integrada, pela qual o consumidor começa a compra no ambiente virtual e a conclui em uma loja física, por exemplo.

Ao olhar para os dispositivos eletrônicos já existentes o primeiro passo é identificar o caso de uso da tecnologia. Em seguida desenvolver a solução de IoT para a necessidade específica, envolvendo sensores, computação, comunicação, segurança e plataforma de analytics. A partir disso se cria uma oportunidade para se reinventar o negócio. Há cerca de dois anos, por exemplo, os parques da Disney implantaram o projeto das Magic Bands, ao custo de mais de US$ 1 bilhão. Trata-se de pulseiras (uma aplicação de IoT) com transmissores de rádio de longo alcance e um chip que interagem com sensores e sistemas diversos como parte do pacote opcional de recursos MyMagic+. As pulseiras, que são à prova d’água, substituem o cartão de crédito e permitem o acesso aos parques e áreas VIP.

“Existe um ecossistema imenso para soluções de Internet das Coisas – ele começa no que chamamos de edge networking, que são dispositivos e sensores que estão conectados e ligados aos dispositivos, passando pelos gateways e controladores, que fazem a aquisição e seleção dos dados desses sensores e, por fim, o analytics, que geralmente é feito em data center para entender os dados e gerar valor à companhia”, explica Mariano.

Esta é a primeira matéria sobre o IoT Summit Week. Nas próximas você vai ler sobre a Economia das Ideias e sobre casos bem sucedidos de Internet das Coisas no mundo.

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Imagem: Pixabay

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