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Além dos games: os usos da Realidade Aumentada

Tecnologia pode ser utilizada em todas as áreas, como varejo, agricultura e turismo; em 2020, cerca de 100 milhões de consumidores vão comprar em ambientes de RA

A tecnologia está transformando empresas de todos os setores e portes por meio de soluções capazes de criar experiências personalizadas ao cliente, remodelar os negócios e proporcionar a inovação necessária para manter a competitividade. Entre em cena tecnologias com a Realidade Aumentada, ferramenta que permite que o mundo virtual seja misturado ao real, combinando capturas de imagens com projeções em 3D.

Segundo projeções do Gartner, em 2020, cerca de 100 milhões de consumidores vão comprar em ambientes de Realidade Aumentada. Até o final de 2017, a expectativa é de que uma em cada cinco das principais marcas de varejo globais tenha implementado recursos de RA. Mas, apesar de promissora, a tecnologia ainda gera dúvidas. Pensando nisso, reunimos quatro mitos e verdades:

1. Realidade Aumentada e Realidade Virtual são a mesma coisa
Mito. Muitas pessoas ainda confundem as tecnologias. A diferença é simples: na RV, o usuário é inserido, por meio de óculos 3D, a um ambiente totalmente virtual e diferente daquele em que se encontra. Já a RA, que pode ser usada com um smartphone ou óculos mais simples, adiciona elementos virtuais ao mundo real. “A BMW, por exemplo, usou a tecnologia para a manutenção de seus automóveis. Com um pequeno óculos, o mecânico conseguia olhar para o capô do carro e o sistema mostra qual o problema e o que deve ser feito, com um passo a passo interativo que mistura o real e o virtual”, explica consultor Cezar Taurion, sócio e head de transformação digital da Kick Ventures.

2. Realidade Aumentada está presente em diversas áreas
Verdade. Ao contrário do que muitos pensam, o uso da tecnologia não se restringe apenas a games e lazer, mas também está presente no varejo, agricultura, turismo e educação. “Empresas das mais diversas áreas fazem propagandas interativas em revistas. Basta apontar o smartphone para ter acesso a inúmeros elementos virtuais. Já museus a usam para disponibilizar mais informações em suas obras, com recursos de interação”, ressalta Taurion.

3. Realidade Aumentada é cara e pouco acessível
Mito. Hoje, já existem diversas plataformas de desenvolvimento de RA que permitem ao usuário fazer experimentações sem conhecer a fundo sua programação. “Por serem soluções open source e que não exigem óculos sofisticados, são mais baratas”, explica o consultor.

4. Realidade Aumentada é vulnerável a ciberataques
Verdade. Qualquer tecnologia que funcione a base de conexões wifi ou bluetooth está exposta a invasões. Por isso, as empresas que a adotam precisam estar atentas para proteger seus dados. Medidas básicas de segurança, como a encriptação de dados e o monitoramento das redes envolvidas, são fundamentais.

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Imagem: Depositphotos

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